Apaixone-se na República Tcheca, não será o primeiro!

Apaixone-se na República Tcheca, não será o primeiro!

Parece que a República Tcheca tem o efeito de uma poção de amor. Aqui já se apaixonaram inúmeras personagens da história. E como o Dia de São Valentim está chegando, escrevemos este curto, mas romântico artigo.

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A República Tcheca e o São Valentim combinam muito bem entre si. Os cenários românticos das cidades históricas como Praga, patrimônio da UNESCO como Český Krumlov ou a bela natureza como, por exemplo, na região Pálava, aquecem o coração até das pessoas mais céticas e frias. E se isso ainda não funcionar, basta levar essa pessoa para uma das cidades spa, onde um banho quente fará o efeito. Talvez isso seja o motivo pelo qual se apaixonaram tantas pessoas na República Tcheca – inclusive reis, poetas ou esportistas. Outro motivo poderia ser o fato de que as mulheres tchecas são conhecidas pela sua beleza.

Uma tcheca no trono inglês

Nossa primeira história de amor começa no século XIV. em Praga. O rei tcheco e imperador do Sacro Império Romano Carlos IV. casou a sua filha Ana com o rei inglês Ricardo II. Apesar de ser um casamento arranjado que cumpria os interesses políticos do sábio Carlos IV. e Ana com Ricardo ficaram noivos quando ainda eram crianças, eles se amaram muito. Ana tornou-se rainha inglesa que teve uma influência grande sobre o seu marido. Ela „intercedia” de tal maneira, que até hoje é na Grã-Bretanha chamada „a bondosa rainha Ana”. A sua morte foi muito lamentada não somente pelo rei, mas também pelos nobres ingleses e o povo. Ana foi enterrada em Westminster em Londres. O seu túmulo tornou-se um lugar de peregrinação que antigamente mostrava a imagem do casal de mãos dadas. Ana da Boémia deixou marcas indeléveis na cultura da Grã-Bretanha, por exemplo, divulgou no reinado a popular cantiga sobre o rei tcheco Venceslau que é cantada até hoje.

A última musa de Goethe

Alguns séculos depois começa a segunda história de amor que gostaríamos de relembrar. As personagens principais são a jovem e bela baronesa Ulrika von Levetzow e um dos mais famosos poetas de todos os tempos: Johann Wolfgang von Goethe. Os se encontraram pela primeira vez em Teplice e depois novamente em Mariánské Lázně. Goethe visitava a Boémia Ocidental com frequência, gostava muito, por exemplo, de Karlovy Vary. Quando ele já tinha 72 anos, apaixonou-se pela Ulrika de dezessete. Ela rejeitou a sua declaração, mas nunca se casou. Passou sozinha toda a sua vida de 95 anos respeitáveis. Dedicou-se a filantropia e participou, por exemplo, da fundação do Museu Nacional. Goethe descreveu a sua tristeza pela rejeição nas Elegias de Mariánské Lázně e nunca mais retornou para a Boémia Ocidental.

Toda tcheca é bela

E em terceiro lugar, temos que mencionar as histórias de amor do presente. A República Tcheca é conhecida como um país, onde as mulheres estão entre as mais belas do mundo. O melhor exemplo pode ser a Miss World 2006 Taťána Kuchařová da Boémia Oriental ou a modelo Hana Soukupová de Karlovy Vary, que estava entre as das dez mais procuradas modelos do mundo. A beldade do bairro praguense Vinohrady Alena Šeredová agradou os olhos até do famoso jogador italiano Gianluigi Buffon, com quem tem dois filhos. Uma mulher fatal é também outra modelo tcheca Petra Němcová, pela qual se apaixonaram Bruce Willis, Sean Penn ou o cantor James Blunt.